Sem rateio extraordinário. Sem tocar no fundo de obras.
A pergunta que decide a assembleia não é quanto custa o carregador. É se o morador que não tem carro elétrico vai pagar alguma coisa. Na nossa proposta, não vai.
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Quem paga o quê
O prédio inteiro não entra na conta
A infraestrutura é paga por quem vai usá-la, não rateada entre todas as unidades. É a única diferença que muda o resultado de uma votação.
O condomínio
Nada
Sem rateio extraordinário e sem tocar no fundo de obras. A infraestrutura não entra no orçamento do prédio.
O morador sem carro elétrico
Nada
Não paga adesão, não paga mensalidade e não paga a energia de ninguém. Nunca entra na conta.
O morador que carrega
A partir de R$ 169/mês
Carregador, plataforma, manutenção e garantia por todo o contrato. A energia que consumiu vem medida e cobrada separadamente.
A instalação elétrica é orçada à parte, pelo eletricista parceiro, e a visita técnica de avaliação não é cobrada.
Assembleia
As três perguntas que sempre aparecem
O prédio aguenta?
Quase sempre sim, sem aumentar o padrão de entrada. Um controlador instalado na casa de máquinas lê o quanto o prédio inteiro está consumindo agora e distribui a sobra entre os carros que estão carregando. É o balanceamento dinâmico de carga, e ele atende de 2 a 2,5 vezes mais moradores sobre a mesma infraestrutura elétrica já existente.
Não. A energia é medida por morador, no medidor do próprio carregador, e cobrada de quem carregou. O consumo entra e sai da conta do condomínio no mesmo mês. Não há subsídio de ninguém para ninguém.
E se um dia o condomínio quiser trocar de fornecedor?
A plataforma opera qualquer carregador com OCPP 1.6, inclusive de outras marcas, então trocar de fornecedor não obriga a trocar equipamento. Há um prazo de exclusividade, como em qualquer projeto desse porte — a diferença é o que acontece no fim dele: o carregador fica com o morador, que escolhe entre devolver sem custo, renovar com 50% de desconto ou comprar. Ele não é retirado da vaga.
O balanceamento é local. O controlador fica instalado no próprio prédio, então ele continua distribuindo a energia mesmo se a internet cair. O que depende de conexão são os relatórios, o faturamento e a gestão remota.
Para o síndico
Ninguém vai fazer planilha todo mês
A parte que costuma matar um projeto de recarga não é a obra — é descobrir, no mês seguinte, que alguém precisa ler medidor, montar planilha e lançar valor no boleto de cada morador. O aplicativo âmbar-e Gestão faz isso sozinho.
A energia é medida no carregador e atribuída a quem iniciou a sessão — não é digitada por ninguém.
Extrato individual em PDF por morador, com nome, unidade e valor devido.
Relatório mensal de custo por unidade enviado à administradora automaticamente.
Estado de cada carregador, com a falha em português, e reinício remoto.
Tempo carregando e tempo apenas plugado, por sessão — é o que resolve discussão entre vizinhos.
O app mostra os valores, gera os PDFs e envia os relatórios. Ele não movimenta dinheiro — a cobrança continua sendo feita pela administradora, do jeito que já é hoje.