Condomínios · como funciona

O condomínio
não paga nada

E não é uma cortesia que a gente absorve em outro lugar. É que, do jeito como o projeto é montado, não sobra nada de coletivo para pagar.

O princípio

Cada custo fica com quem tem o benefício dele, e nada é construído antes de alguém pedir. É a partir dessas duas frases que todo o resto decorre.

Três camadas, três pagadores

  1. A infraestrutura

    O parceiro instalador

    A alimentação compartilhada e o quadro que atende um grupo de vagas. Construída pelo instalador, e dele. Nunca é vendida ao condomínio.

  2. A ligação até a vaga

    O morador que vai carregar

    O trecho do quadro até uma vaga específica, com as suas proteções. É de um morador só, e ele paga uma vez, na adesão.

  3. O carregador e a plataforma

    O morador, mensalmente

    Alugados da âmbar-e, com gestão, balanceamento, medição individual e suporte inclusos na mensalidade.

O condomínio autoriza o uso da área comum e aceita um prazo de exclusividade. Não assina nada com valor.

A regra das zonas

A infraestrutura é feita uma zona de cada vez — um quadro atendendo um grupo modesto de vagas — nunca a garagem inteira de uma vez. Essa é a peça que faz o modelo ser justo ao longo do tempo, e é a que mais se erra.

  1. Zona 1

    construída

    Um quadro, um grupo de vagas. Os moradores dessa zona pagaram a adesão e a obra foi feita depois disso.

  2. Zona 2

    em construção

    Encheu a zona 1 e apareceu o número mínimo de assinaturas aqui. A obra começa agora, paga por esta turma.

  3. Zona 3

    quando houver procura

    Nada construído, nada gasto. Se ninguém pedir, nada acontece — e ninguém perdeu dinheiro.

Cada zona atende mais ou menos o mesmo número de vagas, então o custo de infraestrutura que cabe a cada morador é praticamente o mesmo, entrando ele no primeiro ano ou no quarto.

Quem chega primeiro não está bancando o prédio: está bancando a própria zona, junto com os vizinhos dela. Quando essa zona enche, a próxima é construída pela turma seguinte, nas mesmas condições.

A adesão é igual para todo mundo

Todo morador paga a mesma adesão, entre quando entrar. Ela não é recalculada depois nem devolvida.

Quem entrou antes paga mais no total apenas porque teve o serviço por mais tempo — a mesma lógica do aluguel do carregador, que ninguém contesta. Não há devolução para administrar, não há garantia de número mínimo de assinantes, e não há discussão em assembleia sobre quem deve o quê a quem.

Nada começa antes de estar pago

Nenhuma obra começa numa zona antes de um número mínimo de moradores ter assinado e pago. Esse número é definido para que as adesões cubram a construção daquela zona.

É isso que tira a necessidade de capital do caminho. O instalador não está apostando em procura futura: ele executa um serviço que já está pago. Se as assinaturas não aparecerem, nada é construído e ninguém perdeu nada.

Quem financia

O próprio morador, parcelando a adesão no cartão. A adquirente antecipa o valor ao instalador na hora da transação: o instalador tem dinheiro quando precisa comprar material, o morador paga parcelado, e nem a âmbar-e nem o condomínio carregam o ativo.

Energia, sem margem

A energia é repassada pelo custo da concessionária, sem margem nenhuma. A plataforma mede cada recarga individualmente, então ou o condomínio é reembolsado exatamente pelo que saiu da conta dele, ou o morador é cobrado direto.

Não vendemos energia. Vendemos o equipamento e o serviço que mede e cobra.

Por que isso se sustenta

Condomínios

Quer ver isso com os números do seu prédio?

Respondendo oito perguntas sobre a garagem, devolvemos uma proposta com o custo por unidade e quem paga o quê — pronta para a assembleia.

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