Condomínios · como funciona
O condomínio
não paga nada
E não é uma cortesia que a gente absorve em outro lugar. É que, do jeito como o projeto é montado, não sobra nada de coletivo para pagar.
O princípio
Cada custo fica com quem tem o benefício dele, e nada é construído antes de alguém pedir. É a partir dessas duas frases que todo o resto decorre.
Três camadas, três pagadores
A infraestrutura
O parceiro instalador
A alimentação compartilhada e o quadro que atende um grupo de vagas. Construída pelo instalador, e dele. Nunca é vendida ao condomínio.
A ligação até a vaga
O morador que vai carregar
O trecho do quadro até uma vaga específica, com as suas proteções. É de um morador só, e ele paga uma vez, na adesão.
O carregador e a plataforma
O morador, mensalmente
Alugados da âmbar-e, com gestão, balanceamento, medição individual e suporte inclusos na mensalidade.
O condomínio autoriza o uso da área comum e aceita um prazo de exclusividade. Não assina nada com valor.
A regra das zonas
A infraestrutura é feita uma zona de cada vez — um quadro atendendo um grupo modesto de vagas — nunca a garagem inteira de uma vez. Essa é a peça que faz o modelo ser justo ao longo do tempo, e é a que mais se erra.
Zona 1
construída
Um quadro, um grupo de vagas. Os moradores dessa zona pagaram a adesão e a obra foi feita depois disso.
Zona 2
em construção
Encheu a zona 1 e apareceu o número mínimo de assinaturas aqui. A obra começa agora, paga por esta turma.
Zona 3
quando houver procura
Nada construído, nada gasto. Se ninguém pedir, nada acontece — e ninguém perdeu dinheiro.
Quem chega primeiro não está bancando o prédio: está bancando a própria zona, junto com os vizinhos dela. Quando essa zona enche, a próxima é construída pela turma seguinte, nas mesmas condições.
A adesão é igual para todo mundo
Todo morador paga a mesma adesão, entre quando entrar. Ela não é recalculada depois nem devolvida.
Quem entrou antes paga mais no total apenas porque teve o serviço por mais tempo — a mesma lógica do aluguel do carregador, que ninguém contesta. Não há devolução para administrar, não há garantia de número mínimo de assinantes, e não há discussão em assembleia sobre quem deve o quê a quem.
Nada começa antes de estar pago
Nenhuma obra começa numa zona antes de um número mínimo de moradores ter assinado e pago. Esse número é definido para que as adesões cubram a construção daquela zona.
É isso que tira a necessidade de capital do caminho. O instalador não está apostando em procura futura: ele executa um serviço que já está pago. Se as assinaturas não aparecerem, nada é construído e ninguém perdeu nada.
Quem financia
O próprio morador, parcelando a adesão no cartão. A adquirente antecipa o valor ao instalador na hora da transação: o instalador tem dinheiro quando precisa comprar material, o morador paga parcelado, e nem a âmbar-e nem o condomínio carregam o ativo.
Energia, sem margem
A energia é repassada pelo custo da concessionária, sem margem nenhuma. A plataforma mede cada recarga individualmente, então ou o condomínio é reembolsado exatamente pelo que saiu da conta dele, ou o morador é cobrado direto.
Não vendemos energia. Vendemos o equipamento e o serviço que mede e cobra.
Por que isso se sustenta
- Cada turma paga a sua zona, então ninguém subsidia ninguém.
- O instalador recebe antes de construir, então ninguém carrega o risco de procura.
- O financiamento é o crédito do próprio morador, então ninguém precisa de balanço.
- E o número do condomínio é zero — não porque abrimos mão de algo, mas porque não sobrou nada coletivo para cobrar.
Condomínios
Quer ver isso com os números do seu prédio?
Respondendo oito perguntas sobre a garagem, devolvemos uma proposta com o custo por unidade e quem paga o quê — pronta para a assembleia.