Rateio e cobrança

Cada morador paga
o que ele carregou

A objeção que trava a maioria dos projetos não é o preço do carregador. É “por que eu vou pagar a recarga do carro do vizinho?”. A resposta é medição por morador.

O problema

Energia de recarga não pode entrar no rateio comum

A energia da garagem costuma estar na conta comum do condomínio. No momento em que um morador instala um carregador, essa conta passa a incluir o combustível do carro dele — dividido entre todos, inclusive quem não tem carro elétrico e não pretende ter.

É um problema de justiça antes de ser um problema técnico, e é por isso que ele aparece em assembleia com força desproporcional ao valor envolvido. Resolver o rateio é o que destrava a decisão.

A conta de um morador

R$ 40–50

É quanto custa, em média, uma recarga completa de 50 kWh na tarifa residencial. Diluído entre 60 apartamentos vira centavos — e vira discussão mesmo assim.

O caminho do dinheiro

Da tomada até o boleto, em quatro passos

  1. O morador carregaEle se identifica no carregador com o cartão NFC ou pelo WhatsApp. A sessão fica registrada no nome dele.Morador
  2. O sistema medeCada sessão registra data, duração e quantos kWh saíram — por pessoa, não por vaga.Automático
  3. Relatório mensalNo fim do mês sai um valor por morador, já com a tarifa que o síndico definiu.Plataforma Connect
  4. Entra no boletoA administradora lança o valor na taxa condominial do apartamento, como água ou gás individualizado.Administradora
O condomínio continua sendo quem cobra do morador. A âmbar-e mede e organiza a informação; o lançamento é feito junto com a taxa condominial, como qualquer outra despesa individualizada.

Como funciona

Duas formas de cobrar, conforme o tamanho do condomínio

Com a plataforma Connect — a partir de 4 carregadores

  • Cada recarga é identificada pelo cartão NFC do morador ou pelo WhatsApp
  • Relatório mensal por morador, pronto para lançar no boleto do condomínio
  • Planilha por sessão: data, duração, kWh, valor de energia e valor total
  • Apartamentos com mais de um morador aparecem discriminados por pessoa
  • Tarifa definida pelo síndico — por kWh, por tempo, ou cortesia

Exige carregadores com OCPP: SMART, SMART 4G ou PRO. O HOME e o PAY saem de fábrica sem OCPP, mas podem ser atualizados pelo aplicativo âmbar-e BLUE e, feito o upgrade, entram no rateio automático também.

Com medidor por vaga — 2 ou 3 carregadores

  • Um medidor por carregador, lido mensalmente
  • O síndico lança o consumo direto na taxa condominial
  • Sem mensalidade de plataforma
  • Funciona inclusive com um HOME que ainda não foi atualizado para OCPP

Para condomínios pequenos a plataforma raramente se paga. Preferimos dizer isso a vender uma mensalidade que você não precisa.

O que o síndico recebe

Um número por morador, todo mês

No fim do mês a administradora abre um relatório e lança os valores. Não há planilha para montar, não há leitura para fazer, e não há discussão sobre quanto cada um gastou — está medido.

MoradorSessõesEnergiaValor
Apto 101 — Marina792,4 kWhR$ 87,78
Apto 402 — Samuel11148,0 kWhR$ 140,60
Apto 402 — Renata331,2 kWhR$ 29,64

Exemplo ilustrativo. Note o apartamento 402: dois moradores no mesmo apartamento aparecem separados, porque cada cartão é identificado individualmente.

Importante

O condomínio cobra, não a âmbar-e

Em condomínio, quem cobra do morador é o próprio condomínio, junto com a taxa condominial. A âmbar-e fornece a medição e o relatório; não emitimos nota fiscal de serviço para o morador e não intermediamos esse pagamento.

Emissão automática de NFS-e por sessão existe, mas é para operação comercial — estacionamento, hotel, ponto público — onde quem opera vende recarga a terceiros.

Rateio

Quer ver o relatório antes de decidir?

Abrimos a plataforma numa demonstração ao vivo, com o extrato por morador e o relatório mensal na tela, e explicamos como o lançamento chega na taxa condominial. Vinte minutos, sem compromisso.

Seus dados