Concessionárias

O carro sai da loja
com a bateria cheia

Três problemas diferentes, um mesmo equipamento: o veículo de estoque que precisa estar pronto, o carro do cliente parado na oficina por horas, e o comprador que leva um plug-in para casa sem ter onde ligar.

O problema

A tomada da oficina não dá conta de um pátio eletrificado

Enquanto os eletrificados eram exceção no showroom, uma tomada comum e o cabo que veio na mala resolviam. Com dois ou três modelos plug-in na linha, a conta muda: o carregamento passa a ser rotina de pátio, e rotina de pátio precisa de infraestrutura, não de improviso.

O sintoma aparece primeiro na entrega. O cliente que esperou meses pelo carro recebe o veículo com carga parcial, e essa é a primeira coisa que ele conta para alguém. Depois aparece na oficina, onde o carro fica parado horas e sai como entrou.

Nada disso é problema de potência. O carro numa concessionária fica parado por horas ou por dias — é exatamente o caso do carregamento AC, e não o do carregador rápido.

Duas horas na oficina

7 a 14 kWh

É o que um ponto de 7 kW devolve ao cliente durante uma revisão comum — sem ocupar elevador, sem mudar o fluxo da oficina e sem custo de mão de obra.

Onde o ponto trabalha

Três usos, três lugares

No pátio

  • O carro de test drive sai com bateria cheia, não com 20%
  • O veículo de estoque é mantido carregado sem revezar tomada
  • A entrega ao cliente acontece com o carro pronto para rodar
  • Cada sessão fica registrada — dá para saber qual carro consumiu o quê

Na oficina

  • O cliente deixa o carro para revisão e retira com mais autonomia do que trouxe
  • Uma a quatro horas de permanência já entregam de 7 a 28 kWh a 7 kW
  • Funciona para elétricos e para híbridos plug-in — o DC não atende híbrido
  • Pode ser cortesia do serviço ou cobrado por kWh

No showroom

  • O comprador vê o equipamento funcionando antes de perguntar o preço
  • A dúvida “e em casa, como eu carrego?” é respondida na hora
  • O carregador residencial entra na mesma negociação do carro
  • A concessionária pode revender como parceira âmbar-e

A venda que fica em cima da mesa

Quem compra um plug-in sai da loja sem carregador

Híbridos plug-in vendidos no Brasil costumam sair com um cabo de tomada comum e nada mais. O comprador descobre em casa que carregar pela tomada leva a noite inteira e não é o que ele deveria estar fazendo com a instalação elétrica da casa dele.

Esse cliente vai comprar um carregador de qualquer forma, algumas semanas depois, de outra pessoa. Ele já está na sua loja, já está assinando um financiamento, e a pergunta já passou pela cabeça dele. É a hora mais barata de resolver.

O assunto visto do lado do comprador está em comprei um híbrido plug-in e não veio carregador.

Concessionária pode revender. O programa de parceiros da âmbar-e existe para isso: o equipamento entra na negociação do carro, com condição de parceiro e suporte técnico nosso.

Ver o programa de parceiros

Controle

Saber quem carregou o quê, sem planilha

Num pátio, o consumo se mistura: carro de estoque, test drive, veículo do cliente e carro de funcionário usam os mesmos pontos. A plataforma âmbar-e Connect separa isso por identificação, não por confiança.

Sobre a rede elétrica. Dois pontos de 7 kW somam 14,8 kW de demanda; quatro somam quase 30 kW. Em prédio comercial existente, essa folga raramente sobra. A saída não é aumentar o padrão de entrada, é balanceamento dinâmico de carga — o sistema distribui a potência disponível entre os pontos em uso e nunca ultrapassa o limite do circuito.

O balanceamento é local e continua funcionando mesmo sem internet. O painel, os relatórios e a cobrança são recursos de nuvem e dependem de conexão.

Equipamento

Carregadores para concessionária

Conector Tipo 2 (IEC 62196), compatível com todos os elétricos e híbridos plug-in vendidos no Brasil. Garantia de 12 meses. A âmbar-e não executa a instalação — ela é feita por eletricista qualificado, que emite a ART, e deve seguir a NBR 17019. As proteções elétricas (disjuntor, DR e DPS) ficam no quadro da instalação; o carregador não as substitui.

Os carregadores AC âmbar-e usam eletrônica própria, homologada pela ANATEL sob o número 01779-25-11541, em nome da INOVBRA Ltda. É a única certificação que os equipamentos possuem.

Onde já está instalado

Espaço reservado para o cliente real deste segmento.

Entra aqui a foto do ponto instalado, o nome e, se houver, o depoimento — assim que a autorização por escrito do cliente estiver arquivada.

Concessionárias

Quantos pontos a sua operação precisa?

Conte quantos eletrificados passam por mês entre pátio, oficina e entrega, e mande a conta de luz. Devolvemos o dimensionamento, a estimativa de instalação e as condições de revenda.

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