O motorista elétrico decide onde parar em função de onde consegue carregar, e boa parte deles mora em apartamento e não consegue carregar em casa. Para um restaurante, um hotel ou uma loja, isso muda a pergunta: em vez de "quanto lucro com a venda de energia", a pergunta certa costuma ser "quanto vale atrair esse cliente e mantê-lo aqui por mais uma hora".
Este guia percorre as duas decisões que definem o resto do projeto — oferecer gratuitamente ou cobrar, e quantos carregadores instalar — e depois calcula o retorno separadamente para restaurante, hotel e estacionamento, porque a lógica de cada um é diferente. Todas as premissas ficam à mostra para você trocar pelas suas.
O que tem dentro
O caso de negócio
- As três formas de ganhar dinheiro com carregamento, sendo que só uma delas é vender energia
- Quem é o motorista que você quer atrair, e as duas coisas sobre ele que se verificam sem pesquisa nenhuma
- AC contra DC, e por que carregar em vinte minutos não gera receita para quem recebe o cliente por uma hora
Gratuito ou pago
- O modelo gratuito: uma recarga custa de R$ 10 a R$ 20 de energia — a pergunta é se uma visita a mais deixa mais do que isso no seu caixa
- O modelo pago: o que ele exige de medição, de identificação e de meio de pagamento, e como o motorista paga sem instalar aplicativo
- O modelo híbrido, e por que no hotel cobrar do hóspede costuma custar mais do que rende
Planejamento e instalação
- Quantos carregadores instalar — a conta é o pico simultâneo, não o total de carros elétricos por dia
- Requisitos elétricos, e por que disjuntor, DR e DPS ficam no quadro e não dentro do carregador
- O que a âmbar-e fornece, o que fica com o eletricista, e por que não cotamos instalação
Produtos e plataformas
- A linha completa com preços, incluindo o que o SMART Compact não faz
- BLUE, Pay Blue, âmbar-e Connect e Zap: quatro nomes, quatro funções, e a tabela que diz qual usar
- Quanto custa a plataforma, por carregador — e por que um SMART já nasce pronto para trocar de plano sem trocar de hardware
- Locação, com as três opções ao fim do contrato
O retorno, por segmento
- Restaurante — a conta refeita sobre margem de contribuição e não sobre faturamento, com três margens diferentes, e a conclusão contraintuitiva sobre quando não comprar plataforma
- Hotel — a conta invertida: de quantas diárias adicionais por mês o carregador precisa para se pagar em dois anos
- Estacionamento — o único segmento em que a venda de energia fecha a conta sozinha, com as mesmas contas do nosso e-book de estacionamentos
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